O Canto do Coen


Desenho de Areia, feito com vibrações

Um tempo atrás falamos sobre a concepção da mandala Coen neste artigo vamos falar um pouco sobre o mantra, ou o canto, coen. Em essência, a arte coen é uma ilusão. Parte da magia vêm dos milhares de ingredientes que o coen acrescenta a sua lente, outra parte vêm dos mantras que ele usa como forma de ativar a magia. Poderíamos dizer que enquanto as areias são a forma, os cantos são a ação.

Encontramos um ótimo paralelo para isso nesse experimento com areia e ressonâncias sonoras postadas no site Hypeness. As ondas sonoras viajam pela placa desenhando intrincadas formas geométricas na areia que é deixada sobre ela. Da mesma forma o mantra coen atravessa a lente, modificando a disposição da mandala, dando vida as ilusões que se projetam diante dos espectadores.

Essa é a teoria do teatro coen clássico. Onde um espectador se senta para ver uma apresentação, que se desdobra a sua frente em luz, cheiros e sons. Em teoria, os estudiosos do teatro coen deduzem que apesar de boa parte dos efeitos acontecerem do ponto de vista estritamente físico, a melhor parte acontece direto na mente do espectador, seu cérebro é enganado a ver o que o coen diz que ele está vendo.
De fato, existe poucos estudos sobre a arte coen. Os teóricos das ciências arcanas não dedicaram muito tempo ao que é considerado um braço menor do ilusionismo usado por batedores de carteira e aprendizes. Nesse ponto, Ethron é realmente considerado o precursor do que poderia se tornar um novo ramo de estudos cuja repercussão não se sabe ao certo.
Em uma carta enviada a seu irmão, Ethron chegou a comentar parte deste potencial:

“Enquanto o ilusionismo tradicional se ocupa na confusão provocada aos sentidos através de uma disciplina inteiramente mental, a arte coen se utiliza do mental, mas também do físico, para gerar uma resposta que não seja apenas sensorial, mas também emocional, submergindo o espectador em um fragmento de realidade que poderia muito bem ter existido. Um coen suficientemente orientado, Estheres, poderia mesmo usar esse lapso como forma de mesclar a ilusão com as suas próprias memórias.”

Ethron chegou mesmo a fazer uma apresentação na corte Imperial, onde ele mostrava uma passagem de sua vida quando era um garoto, mas se o que os espectadores estavam vendo era mesmo um fragmento de sua memória, ainda é um enigma, embora os relatos dos participantes falem mesmo sobre a sensação de imersão na realidade projetada.

Ethron atribuiu o efeito a ação dos mantras sobre a projeção. A alteração da realidade através dos mantras, coloca os participantes em estado quase hipnótico. Na realidade, podemos ver o efeito da musica sobre a matéria através do trabalho de Masaru Emoto, que submeteu a água a diversas situações, fotografando o resultado com uma câmera microscópica.

Imagine, John Lennon

Imagine, John Lennon

Sinfonina, N. 40, Mozart

Sinfonina, N. 40, Mozart

Tibet Sutra

Tibet Sutra

Yesterday, Beatles

Yesterday, Beatles

Então sabemos hoje através da ciência que Ethron não estava errado através da magia e estava correto em achar que as implicações do Teatro Coen estavam sendo subestimados. O real potencial do que o teatro coen pode oferecer ao mundo ainda precisa de pesquisa e do amparo do Grande Conselho de Tallemar. Enquanto isso não acontecer, só vamos ter uma idéia das maravilhas escondidas atrás desta complexa arte.

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2 Respostas para “O Canto do Coen

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