6 coisas que você não sabia sobre sexo no Império e não sabia a quem perguntar


Para comemorar o dia do orgasmo, preparei seis curiosidades sobre O Império de Karis, para quem quer saber qual é o protocolo quando as coisas ficam mais interessantes. De forma geral, graças a dominação dos Allarini, Karis é bastante progressista quando falamos de sexo, mas existem algumas armadilhas e algumas precauções a tomar se os hormônios aflorarem. Vamos ver.

1. Castidade

VelazquezVenues

Não existe nada nas leis do Império que obrigue a uma mulher a manter a sua virgindade. De fato, ai está uma das leis que contrariou muitos dos costumes dos reinos sobre o domínio do Leão do Sol Poente. O Império é bastante progressista quanto ao papel da mulher na sociedade e quanto ao seu domínio sobre o corpo. As mulheres também não ficam tranquilamente sentadas esperando por um sinal do cavalheiro. Se rolar uma química, o homem pode receber uma visita noturna. O Império, porém, proíbe a relação sexual com crianças. Depois de apresentados a sociedade como adultos, estão livres para abusar das leis do Império.

2. Prostituição

Hercules at the Feet of Omphale, Gustave Boulanger

A prostituição é legalizada em todo Império, desde que funcione em estabelecimento legalizado e que pague seus impostos. A prostituição na rua, por outro lado, é proibida. Bordeis são comuns em todas as cidades e competem para atender todos os tipos de clientes, independente de suas preferências sexuais. Isso não quer dizer que a prostituição é um mar de rosas. Muitas das prostitutas são escravas ilegais e mesmo em uma sociedade que encara o sexo como algo bastante natural, alguns tipos de fetiche ainda são vistos como ilegais. Você pode encontrá-los, é claro, mas talvez lhe custe bem mais caro.

3. Fonte da vida

O pintor e a modelo, Manara

Em algumas partes do Império de Karis, acredita-se que fazer sexo com um dhäen é uma forma de prolongar a sua vida. O sexo com um dhäen é algo tão intenso que muitas pessoas acreditam que ao fazer sexo com um deles, estão roubando uma parte de sua vida. Em outras partes do Império se acredita que são os dhäeni que roubam sua vida com sexo. A legislação sobre a relação é um nó desde a sua libertação. É algo amplamente difundido que você pode possuir um dhäen de cama, mas não pode se casar com ele, embora essa seja uma convenção social, não existe nada na lei que confirme isso. Existem bordeis especializados em dhäeni, mas são do tipo mais caro.

4. Homossexualidade

A Prova do que...Pintura grega representando um casal, 480 BC

As praticas homossexuais são vistas com bastante naturalidade na maior parte do Império, mas o casamento entre pessoas do mesmo sexo não são permitidas por lei. O caráter ativo ou passivo também não é determinante sobre como o homem é visto na sociedade. Guerreiros famosos eram homossexuais assumidos e mesmo assim tiveram seu nome escrito nos panteões da glória. Em Aras, o homossexualismo entre soldados é visto como algo positivo, por melhorar os laços que os unem como exército.

5. Outras raças

Robert Lenkiewicz

Um dos grandes tabus quando se fala em sexo no Império é a relação do Homem com outras criaturas. Consideradas sub-humanas, o sexo com quase todas as raças que vivem no Império são consideradas bestialismo e vistas como uma espécie de perturbação mental digna de tratamento e punição, no caso de reincidência. Isso não diminui o relato de homens e mulheres que tivessem sido seqüestrados por alguma destas raças para fins sexuais. Gigantes são comumente acusados destes crimes e existem histórias documentadas de orkhuni atacando aldeias para seqüestrar mulheres, inclusive dando origem a mestiços horrendos.

6. Estupro

The Rape of the Daughters of Leucippus, Peter Paul Rubens

O sexo não consensual é considerado estupro e deve ser punido pela lei com a castração, mas na prática a condenação é algo raro. Um senhor que estupra um dos seus vassalos ou um guerreiro que estupra como ato de guerra nunca foram julgados e se fossem, muito provavelmente seriam inocentados. Uma mulher que matar seu estuprador pode ser condenada a morte se não apresentar provas do estupro, o mesmo acontece com um homem que vingue o estupro de um parente. Se o caso foi testemunhado, porém, a morte do estuprador pode ser considerada justificada, embora exista pelo menos 1 caso em que o executor do estuprador tenha sido condenado a morte. Embora as leis tendam a não privilegiar nenhum dos sexos, ainda assim ela protege os ricos e nobres.

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